09/10/2014

Agropecuária sustentável para alimentar o mundo

O nível da inflação foi levemente mais baixo do que o de abril, debido a menores taxas de inflação dos alimentos na maioria dos países. Os preços das carnes de frango e de boi, assim como a laranja, foram os alimentos com maior incidência positiva na inflação geral dos países da região.

Santiago do Chile, 05 de julho de 2013

Segundo o Boletim Mensal de Preços, este comportamento é um reflexo das menores taxas de inflação dos alimentos na maioria dos países. De sua parte, a inflação mensal geral da região registrou 0,5%, mantendo assim seu nível médio dos últimos 12 meses.

América Central, México e Caribe

Guatemala e Nicarágua registraram taxas mensais de inflação geral e de alimentos maiores do que as reportadas em abril. Em El Salvador, no México e na República Dominicana os índices de preços, tanto geral como dos alimentos, mostraram ligeiras variações negativas. No caso de El Salvador, este fenômeno se repete pelo segundo mês consecutivo. Ainda que Honduras e Panamá tenham reportado aumentos nos níveis de preços dos alimentos, estes foram apenas superiores a zero e menores do que as variações do mês de abril. Na Costa Rica os índices de preços geral e dos alimentos praticamente não registraram variação em maio.

América do Sul

No mês de maio a maioria das economias desta sub-região registrou níveis de inflação mensal dos preços de alimentos menores do que as taxas do mês de abril. Este foi o caso de Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai. Em contraste, na Bolívia, no Chile e na República Bolivariana da Venezuela, as taxas de inflação gerla e de alimentos foram maiores do que as reportadas em abril. Apesar destes movimentos, em muitos casos as taxas de inflação tanto geral como de alimentos não superaram 0,5%.

Principais produtos que incidiram na inflação da América Latina e Caribe

Os preços das carnes de frango e de gado, assim como a laranja, foram os alimentos de maior incidência positiva na inflação geral dos países da região. Em contraste, os preços do limão e da banana foram os que tiveram maior impacto negativo.

FONTE: FAO

11/10/2014

A Produção brasileira de grãos e carnes crescerá 30% em 10 anos

A Produção brasileira de grãos e carnes crescerá 30% em 10 anos

Nos próximos 10 anos, o Brasil ampliará a produção de grãos em 30,4%, segundo divulgou esta semana o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O aumento da área, no entanto, será de apenas 16,8%, pois a produção aumentará pelo ganho de produtividade. A produção de carnes também deve crescer 30%, de 26 milhões para 33,8 milhões de toneladas, com destaque para a carne de frango. Tais números demonstram que o país aceitou o desafio de liderar o crescimento na oferta global de alimentos até 2050. Alinha-se, dessa forma, ao alerta da FAO/ONU que originou o evento do dia 14 de outubro, em São Paulo, celebrando a Semana Mundial da Alimentação.

11/10/2014

Segurança alimentar entra na agenda das mudanças climáticas

Segurança alimentar entra na agenda das mudanças climáticas

Durante o Desafio 2050, que ocorre em São Paulo no próximo dia 14 de outubro, o embaixador Marcos Azambuja mostrará que há oportunidades e riscos na projeção internacional do Brasil como fornecedor de alimentos para um mundo com 9,3 bilhões de pessoas em 2050. As projeções do Ministério da Agricultura indicam que o Brasil será capaz de ampliar sua produção na próxima década para atender ao crescimento da demanda interna e às exportações. No entanto, produzir alimentos em quantidade suficiente para exportar não basta. Ex-secretário-geral do Itamaraty e organizador da Rio92, Azambuja apontará os caminhos para que o país abra mercados e costure acordos comerciais.

11/10/2014

Brasil avança no combate à fome, mostra FAO

Brasil avança no combate à fome, mostra FAO

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO-ONU) colocou o Brasil entre os países que venceram a fome, segundo o relatório Estado da Insegurança Alimentar no Mundo, divulgado dia 16 de setembro. Apenas 1,7% da população brasileira sofre com a desnutrição, mas esse percentual representa 3,4 milhões de pessoas. Políticas públicas de inclusão social e combate à fome contribuíram para esses resultados, segundo a FAO.

11/10/2014

Para exportar, não basta produzir excedentes

Para exportar, não basta produzir excedentes

Durante o Desafio 2050, que ocorre em São Paulo no próximo dia 14 de outubro, o embaixador Marcos Azambuja mostrará que há oportunidades e riscos na projeção internacional do Brasil como fornecedor de alimentos para um mundo com 9,3 bilhões de pessoas em 2050. As projeções do Ministério da Agricultura indicam que o Brasil será capaz de ampliar sua produção na próxima década para atender ao crescimento da demanda interna e às exportações. No entanto, produzir alimentos em quantidade suficiente para exportar não basta. Ex-secretário-geral do Itamaraty e organizador da Rio92, Azambuja apontará os caminhos para que o país abra mercados e costure acordos comerciais.

11/10/2014

Estudantes criam aplicativo contra desperdício de comida

Estudantes criam aplicativo contra desperdício de comida

Cinco jovens paulistas ganharam um concurso de tecnologia com um aplicativo que facilita a doação de alimentos perecíveis. O "Anama" faz a ponte entre restaurantes, varejistas e indústrias e as organizações não governamentais que precisam dos alimentos. O projeto venceu a categoria Inovação para a Sociedade do terceiro Hackathon, encontro de tecnologia promovido pelo Comitê de Jovens Empreendedores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O objetivo do aplicativo é evitar o desperdício de alimentos, permitindo que eles cheguem rapidamente a quem precisa. A ideia inclui até o monitoramento da rota e das condições de preservação dos alimentos nos caminhões que farão o transporte entre quem doa e quem recebe.

11/10/2014

Aliança global buscará agricultura eficiente

Aliança global buscará agricultura eficiente

O apelo das lideranças da FAO e da ONU foi ouvido por líderes de governos, organizações e empresas, que concordaram em lançar a Aliança Global pela Agricultura Eficiente para o Clima ("Climate-smart Agriculture", em inglês). A meta é capacitar 500 milhões de agricultores do mundo para serem mais eficientes, reduzindo seus impactos sobre as mudanças climáticas. Países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Espanha e Filipinas se uniram a organização como TNC, FAO e Rainforest Alliance, além de grandes empresas como McDonald's, Kellog Company e Wal Mart. Os signatários desenvolverão ações visando ao crescimento sustentável e igualitário da produtividade e da renda agrícolas, além da redução das emissões de gases do efeito estufa pela agropecuária.

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